[NOTÍCIAS DA IGREJA]

Veja alguns dos sofrimentos de Nosso Senhor estampados no Santo Sudário.

Alguns dos sofrimentos de Nosso Senhor estampados no Santo Sudário:

  • Cinquenta perfurações na fronte, na testa e na nuca foram produzidas pela Coroa de espinhos. Galhos espinhosos muito duros foram grosseiramente trançados, amarrados sobre a cabeça por um punhado de juncos torcidos, e fincados por violentos golpes de porrete.
  • A divina Face está inchada pelas contusões devido às bofetadas, aos socos, aos golpes de bastões e às quedas; o nariz está fraturado: a cartilagem se descolou do osso (o qual não se quebrou); a fronte está contundida; a sobrancelha esquerda, o lábio superior e as maçãs do rosto estão tumefatos.
  • No Corpo martirizado de Nosso Divino Redentor podem contar-se pelo menos 120 golpes de açoite.
  • Os flageladores eram dois, um de cada lado. Nosso Senhor estava amarrado a uma coluna e foi flagelado no Corpo inteiro.
  • O flagelo romano era composto de duas ou três correias de couro que terminavam em pequenos ossos de pontas agudas ou em pequenas travas de chumbo com duas bolas nas extremidades.
  • O ombro direito e o omoplata esquerdo estão machucados pelo peso da Cruz *, que rolando e esfregando-se na carne viva, durante a subida ao Calvário, reabriu, afundou e alargou as feridas da flagelação, até constituir uma só chaga sangrenta.
  • O peito muito saliente denota a terrível asfixia suportada durante as três horas de agonia, e que acabou causando a morte.
  • As feridas dos cravos estão nos pulsos e não nas palmas das mãos.
  • Ao perfurar o pulso, o prego secciona em parte o nervo mediano, causando dores que normalmente fariam desmaiar a vítima, e contrai o polegar para o interior da palma da mão.
  • Os dois joelhos estão chagados devido às quedas durante a subida do Calvário.
  • Um só prego foi suficiente para fixar os pés sobre o madeiro da Cruz; os joelhos foram levemente dobrados, o pé direito aplicado sobre a Cruz e o esquerdo sobre ele.
  • O golpe de lança produziu no sagrado lado uma larga ferida que ficou aberta, pois Nosso Senhor já estava morto. Dela manou sangue em abundância, vindo da aurícula direita do Coração e água da cavidade pleural.
  • Nota: Segundo os estudos feitos por médicos desde Barbet em 1933 até hoje, e confirmados pelos estudos científicos de 1978 realizados pela equipe norte-americana, os condenados à cruz eram obrigados a carregar não a cruz inteira, mas a trave transversal, ou “patibulum”. Esta era encaixada na parte vertical, ou “stipes”, que ficava já fixada no local das execuções. Isso veio confirmar as afirmações feitas por arqueólogos e exegetas de que Nosso Senhor carregou o “patibulum”, a parte transversal, cujo peso foi avaliado em 50 kg. aproximadamente.

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