[BRÉSCIA]

Santa Julia rogai por nós!

“Caríssimos, não vos perturbeis no fogo da provação, como se vos acontecesse alguma coisa extraordinária. Pelo contrário, alegrai vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo…”
(1 Pe 4,12)

As consagradas da missão de Brescia foram convidadas para celebrarem a festa de Santa Julia no “Villaggio Prealpino”, paróquia que está situada na Diocese de Brescia.

Santa Júlia nasceu no Século V em Cartago, a grande cidade de colonização fenícia no norte da África. De família nobre, desde a infância recebeu educação cristã. Assim, ela viveu uma vida tranquila em Cartago até que Genserico, rei dos vândalos, invadiu a cidade com seu poderoso exército. Os invasores destruíram, saquearam, mataram fiéis cristãos e clérigos e venderam milhares de pessoas como escravos e escravas. Entre elas, Santa Júlia.

De um instante para outro Santa Júlia perdeu família, amigos, prestígio, respeito, liberdade e posses. Passou a viver uma vida cheia de privações e provações terríveis. Nesse momento, porém, quando muitos abriram as portas ao desespero, a educação e a fé de Santa Júlia falaram mais alto. Ela buscou em seu coração a presença de Deus, de Jesus Cristo vivo e isso a confortava. Seu único alento passou a ser a presença de Deus. Mas, que alento pode ser melhor e mais poderoso que este? Assim, mesmo nos mais terríveis sofrimentos, nas caminhadas mais exaustivas, nas humilhações, na fome e na solidão, ela buscava refúgio na doce presença de Deus dentro de si.

Tendo como exemplo toda a vida de Santa Julia, Don Adriano Verga pároco da igreja de Santa Julia meditou durante a homilia sobre a natureza humana que sempre se revolta, se impacienta e se agita, desesperada, e com isso, só faz aumentar ainda mais o sofrimento e agrava a situação. O segredo para se sofrer com paciência é não olhar nem para o passado e nem para o futuro, mas viver, na fé, o presente. Um dos grandes conselhos que Jesus deixou no Sermão da Montanha foi este: “Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã. A cada dia basta o seu mal” (Mt 6,34). Deus sempre dará a graça necessária para carregar, com determinação, a santificante cruz de cada dia.

Juntamente com os paroquianos presentes pode se meditar que a cruz “de cada dia” é formada de tudo o que se faz e se sofre, por exemplo, o trabalho diário, as preocupações, a falta de dinheiro, a doença, o acidente, a contrariedade, as calúnias, os mal-entendidos, enfim, tudo, o que desagrada. Tudo isto se torna sagrado quando, abraçado na fé, é colocado no cálice do sangue do Senhor, celebrado a cada dia no altar.

As consagradas estiveram presentes na condução da Adoração Eucarística e animação dos cantos da Santa Missa, onde puderam rogar a intercessão de SantaJulia para que um dia também todos possam chegar à glória eterna.

Santa Julia rogai por nós!

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Santa Julia rogai por nós!

“Caríssimos, não vos perturbeis no fogo da provação, como se vos acontecesse alguma coisa extraordinária. Pelo contrário, alegrai vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo…”
(1 Pe 4,12)

As consagradas da missão de Brescia foram convidadas para celebrarem a festa de Santa Julia no “Villaggio Prealpino”, paróquia que está situada na Diocese de Brescia.

Santa Júlia nasceu no Século V em Cartago, a grande cidade de colonização fenícia no norte da África. De família nobre, desde a infância recebeu educação cristã. Assim, ela viveu uma vida tranquila em Cartago até que Genserico, rei dos vândalos, invadiu a cidade com seu poderoso exército. Os invasores destruíram, saquearam, mataram fiéis cristãos e clérigos e venderam milhares de pessoas como escravos e escravas. Entre elas, Santa Júlia.

De um instante para outro Santa Júlia perdeu família, amigos, prestígio, respeito, liberdade e posses. Passou a viver uma vida cheia de privações e provações terríveis. Nesse momento, porém, quando muitos abriram as portas ao desespero, a educação e a fé de Santa Júlia falaram mais alto. Ela buscou em seu coração a presença de Deus, de Jesus Cristo vivo e isso a confortava. Seu único alento passou a ser a presença de Deus. Mas, que alento pode ser melhor e mais poderoso que este? Assim, mesmo nos mais terríveis sofrimentos, nas caminhadas mais exaustivas, nas humilhações, na fome e na solidão, ela buscava refúgio na doce presença de Deus dentro de si.

Tendo como exemplo toda a vida de Santa Julia, Don Adriano Verga pároco da igreja de Santa Julia meditou durante a homilia sobre a natureza humana que sempre se revolta, se impacienta e se agita, desesperada, e com isso, só faz aumentar ainda mais o sofrimento e agrava a situação. O segredo para se sofrer com paciência é não olhar nem para o passado e nem para o futuro, mas viver, na fé, o presente. Um dos grandes conselhos que Jesus deixou no Sermão da Montanha foi este: “Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã. A cada dia basta o seu mal” (Mt 6,34). Deus sempre dará a graça necessária para carregar, com determinação, a santificante cruz de cada dia.

Juntamente com os paroquianos presentes pode se meditar que a cruz “de cada dia” é formada de tudo o que se faz e se sofre, por exemplo, o trabalho diário, as preocupações, a falta de dinheiro, a doença, o acidente, a contrariedade, as calúnias, os mal-entendidos, enfim, tudo, o que desagrada. Tudo isto se torna sagrado quando, abraçado na fé, é colocado no cálice do sangue do Senhor, celebrado a cada dia no altar.

As consagradas estiveram presentes na condução da Adoração Eucarística e animação dos cantos da Santa Missa, onde puderam rogar a intercessão de SantaJulia para que um dia também todos possam chegar à glória eterna.

Santa Julia rogai por nós!

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