Slide com plugin cycle
Comunidade Catolica Palavra Viva Comunidade Catolica Palavra Viva Comunidade Catolica Palavra Viva

Matérias destaque

Jovem encontra sua mãe biológica no Facebook

Jovem encontra sua mãe biológica no Facebook. Foi

 

concebida em um estupro e agradeceu-lhe por não

 

abortá-la

 

 

 

 

 

Há poucas semanas, Katheryn Deprill, de 27 anos de idade, foi notícia ao publicar um post em sua conta do Facebook para encontrar a sua mãe biológica. Em menos de duas semanas achou sua progenitora, descobriu que foi concebida após um estupro, agradeceu-lhe por não tê-la abortado. Elas se fizeram amigas e já tiveram um primeiro encontro.

 

“Procuro a minha mãe biológica. Ela me abandonou em um banheiro de um Burger King poucas horas depois do seu nascimento em Allentown, Pennsylvania. Por favor, ajudem-me a encontrá-la publicando esta mensagem”, escreveu Katheryn no post que compartilhou em seu perfil pessoal no dia 2 de março deste ano.

 

Em poucas horas, vários meios de imprensa recolheram sua história e a chamaram de “Bebê Burger King”. A fotografia foi compartilhada mais de 30 mil vezes no Facebook. Logo, sua mãe biológica a contatou e já se reuniram pela primeira vez.

 

No encontro, assegura Katheryn, el sentiu “pura felicidade”. “Ela é melhor do que poderia ter imaginado. É tão doce e amável, estou muito contente”, disse.

 

Ao ver sua mãe, cujo nome não foi revelado, Katheryn viu sua semelhança com ela e assegura que foi como se me estivesse vendo-se em um espelho.

 

A história de seu nascimento é estarrecedora. Sua mãe biológica tinha apenas 17 anos quando foi estuprada por um estranho durante umas férias familiares fora dos Estados Unidos. A jovem ocultou a gravidez dos pais, porque pensou que não acreditariam que tinha sido estuprada. Deu à luz a Kathryn em seu próprio quarto.

 

A mãe de Katheryn nunca pensou em abortar, mas pensava que não podia criar um filho. Devido às difíceis condições legais para entregar um filho em adoção que regiam na década de 80, levou a recém-nascida ao local de fast food, envolveu-a em uma camisa marrom e a deixou no banheiro de mulheres onde, relata, “beijou a bebê na testa e se foi”.

 

De acordo ao advogado John Waldron, que representa a mãe biológica do Katheryn, a mulher também tinha começado a procurar a sua filha. “Deixou-me em um lugar onde sabia que eu seria encontrada”, pois “não queria me desprezar”, relatou a jovem, que estudou para ser paramédico, e atualmente está casada e tem três filhos.

 

“Perguntei-lhe se ela poderia me abraçar e me disse ‘é obvio’ e estendeu seus braços, o resto é história. Ganhei o abraço que procurei por 27 anos e isso ajudou a quebrar o gelo”, acrescentou Katheryn.

 

Katheryn indicou que sua mãe expressou seu arrependimento por havê-la abandonado, e disse que a perdoou “110 por cento”. Agora “vamos começar a ter uma relação”, partilhou.

 

Fonte: comshalom.org

 

Papa Francisco no Twitter ‘@Pontifex’ alcança 10 milhões de seguidores em todo o mundo.

 

 

pontifex-twitter_620x350

 

 

 

Papa Francisco, com seus perfis no Twitter @Pontifex em nove idiomas alcançou os 10 milhões de seguidores neste fim de semana. Quantia impulsionada pela chegada de milhares de famílias que, neste sábado e domingo, em peregrinação à Tomba de São Pedro, terão dois dias de encontro com o Papa. 

Até esta sexta-feira, os perfis reuniam 9 milhões e 980 mil seguidores. O perfil em espanhol, @Pontifex_es é o que tinha o maior número de seguidores, com mais de 4 milhões, seguido daquele em inglês, @Pontifex, com mais de 3 milhões. O perfil em língua portuguesa, @Pontifex_pt, reunia mais de 830 mil seguidores.

O presidente do Pontíficio Conselho das Comunicações Sociais, Arcebispo Claudio Maria Celli, disse à RV que a coisa mais importante disso tudo “é o Papa que quer falar aos homens e às mulheres de hoje com uma linguagem que é compreensível e muito utilizada, aquela do Twitter, com 140 caracteres”.

Dom Celli citou ainda uma proporção que mostra que quando uma mensagem do Papa é retuítada, esta alcança um público possível de 60 milhões de pessoas. Sobre as limitações das mensagem em 140 caracteres, Dom Celli argumentou: “É uma linguagem muito imediata, com limitações. Mas Jesus também, no seus dizeres, usava um ‘mini-tuíte’. Para entender isso podemos citar o exemplos das bem-aventuranças evangélicas: ‘Bem-aventurados os pobres de espírito’ contém todo o Evangelho e, ao mesmo tempo, tem menos de 140 caracteres”.

 

Fonte: Blog do Carmadélio

A história do milagre que confirmou, na terra, a santidade do Papa João Paulo II, no céu! 

 

 

download

O médico revisou, repetidamente, os exames clínicos da paciente, que estava em estado terminal. Ele foi ao laboratório do hospital verificar se o teste estava certo, voltou ao seu consultório e releu o histórico do caso de novo.

Espantosamente, tudo conferia. O aneurisma cerebral que afetava Floribeth Mora Díaz– e que lhe dava, até então, apenas um mês de vida– havia desaparecido.

A costa-riquenha que, semanas antes, padecia em uma maca e mal conseguia se mover agora olhava para ele sorridente. Ela dizia que se tratava de um milagre que ela havia pedido ao papa João Paulo 2º.

“O médico dizia que era inexplicável, porque não havia sequer uma marca na minha cabeça (ou) nas artérias indicando que ali tinha ocorrido um aneurisma”, diz Floribeth. O médico, Carlos Vargas, não acreditou no milagre, mas não conseguiu explicar a ausência do aneurisma, após exames na Costa Rica e na Itália.

O caso foi decisivo para que a Igreja Católica decidisse canonizar Karol Wojtyla. Nesta segunda-feira, o papa Francisco anunciou que a cerimônia de canonização ocorrerá em 27 de abril de 2014, e no mesmo ato será canonizado também o papa João 23.

Até antes do episódio envolvendo Floribeth, apenas um milagre era atribuído a João Paulo 2º –o que era insuficiente para que ele pudesse ser considerado um santo, de acordo com as regras adotadas pelo Vaticano.

UM MÊS DE VIDA

A história do suposto (sic) milagre teria começado em abril de 2011, quando Floribeth foi diagnosticada com o aneurisma no lado esquerdo do cérebro, clinicamente impossível de ser eliminado.

Para Floribeth, uma dona de casa que estudava direito, a notícia foi devastadora. “Foi horrível, horroroso ver o sofrimento da minha família, dos meus filhos; e eu sofria porque não ia mais vê-los”, relembra. “Tinha medo da morte, (mas) sempre tive fé em Deus.”

A saúde de Floribeth se deteriorou rapidamente. Ela sofria dores de cabeça e começou a ter dificuldades em falar e em usar a mão esquerda. Ela diz que, ao mesmo tempo, considerava João Paulo 2º “um homem especial” e “santo”. Rogou a ele por sua saúde.

Em 1º de maio do mesmo ano, viu na TV uma cerimônia em que o antigo papa era declarado beato da Igreja Católica. E diz que, na mesma noite, escutou uma voz pedindo que ela “se erguesse e não tivesse medo”.

“Não me ergui de uma vez, mas comecei a sentir paz, minha agonia sumiu”, conta. “O processo de cura do meu corpo ocorreu paulatinamente.”

Meses depois, em novembro, foi a uma consulta de rotina no hospital que a atendia. Ela diz que se sentia curada, mas queria a confirmação médica.

Quando seu médico veio com a boa notícia, ela decidiu contar a ele o que havia vivenciado. Também escreveu seu caso na página oficial de Wojtyla na internet e, semanas depois, recebeu um telefonema do departamento do Vaticano que cuida da santificação do papa.

NOVA ‘RESPONSABILIDADE’

O processo para certificar a “cura milagrosa” durou vários meses, em que Floribeth foi submetida a novos exames médicos, também na Itália. O caso ganhou repercussão recentemente na Costa Rica, onde Floribeth foi apresentada à imprensa pelo arcebispo de San José, Hugo Barrantes.

A vida de Floribeth e de sua família mudou depois disso. Ela pretende voltar a estudar, mas por enquanto dedica boa parte de seu tempo a divulgar sua história e a receber visitas em sua casa. O telefone de seu marido, Edwin Arce, não para de tocar com pedidos de entrevistas que ela nunca nega. É parte de sua nova responsabilidade, afirma.

“Digo a eles (jornalistas) que não vejam a mulher, (…) vejam o milagre, porque é algo que pode acontecer com qualquer um”, argumenta. Em abril do ano que vem, quando ocorrer a cerimônia de santificação, Floribeth será encarregada de levar ao altar as relíquias do papa polonês.

Além de Floribeth, a freira e enfermeira francesa Marie Simon Pierre diz ter sido curada milagrosamente do mal de Parkinson por influencia de João Paulo 2º.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo

Não, Pio XII não se calou diante da perseguição nazista aos

judeus. 

 

pio-xii-com-os-romanos

Há uma lenda negra em curso: a de que o Papa Pio XII teria sido conivente com os crimes perpetrados pelos nazistas em meados do século XX.

Essa mentira nasceu de uma peça teatral, produzida por Rolf Hochhuth, no ano de 1963, de nome “O Vigário” (Der Stellvertreter, em alemão). Nela, Eugenio Pacelli é retratado como um homem pusilânime e covarde diante da deportação de judeus para campos de concentração. A obra de Hochhuth inspirou o filme Amen (Costa-Gavras, 2002). No decorrer da trama, um padre jesuíta tem pressa para falar com o Papa, para pedir a ele que se manifeste com mais veemência a favor dos judeus e contra o Holocausto. O clérigo é recebido com frieza pela personagem de Pacelli, que se limita a dizer que o coração do Pontífice sangra pelas vítimas do Holocausto… e nada mais.

O auge da difamação acontece em 1999, com a publicação de “O Papa de Hitler” (The Hitler’s Pope). Mesmo que o seu autor, John Cornwell, tenha admitido que, ao escrever a dita biografia, “faltou equilíbrio” de sua parte01, o mito permanece e não são poucos os acadêmicos que recorrem a todas estas obras mentirosas para acusar a Igreja de conluio com Hitler.

Os fatos, porém, são outros. Hoje, sabe-se que tanto barulho em torno da figura de Pacelli não passou de um plano arquitetado pela KGB para desacreditar a Igreja Católica02. Além disso, ainda que Pio XII tenha preferido a estratégia de ações concretas para poupar a vida de milhares de judeus, não é correto falar que o Pontífice tenha se “silenciado” diante da iniquidade que se passava na Alemanha.

A ação de Eugenio Pacelli contra o nazismo começa ainda no pontificado de Pio XI, quando ele era secretário do Estado do Vaticano. Em 1937, foi ele quem escreveu grande parte da famosa encíclica Mit Brennender Sorge (“Com ardente preocupação”), condenando os erros do nazismo.“Naquele tempo, Pio XI estava gravemente doente e lembro-me de [que] ele reteve o texto de Pacelli durante dois dias, corrigindo-o só levemente e assinando-o, depois. Portanto, esta encíclica que mostrava o verdadeiro rosto do nazismo, foi obra do cardeal Pacelli”, conta o padre Roberto Leibier, colaborador de Pio XII03.

A carta foi lida integralmente, durante a Missa, em mais de 11 mil igrejas da Alemanha. Suas palavras eram duras: “Só espírito superficiais podem cair no erro de falar de um Deus nacional, de uma religião nacional, e empreender a louca tentativa de encerrar Deus, criador do mundo, nos limites de um só povo e na estreiteza étnica de uma única raça”. E ainda: “As leis humanas que estão em contraste insolúvel com o direito natural, estão feridas de vício original, não sanável nem com coações nem com desdobramento de força externa”04.

Os nazistas tinham entendido a mensagem de Roma. Ainda que a carta de Pio XI em nenhum momento usasse as palavras “nazismo” ou “judeus”, o órgão oficial da SS – a organização paramilitar ligada ao Partido Nazista – qualificara a encíclica como “um insulto à nova Alemanha”. Também Hitler reagiu à ousadia da Igreja, no 1º de maio daquele mesmo ano: “Não podemos suportar que esta autoridade, que é a autoridade do povo alemão, seja atacada por quem quer que seja. Isto vale para todas as Igrejas. Enquanto elas se ocupam dos seus problemas religiosos, o Estado não se preocupa com elas. Mas, quando elas tentam, através de medidas de todo o gênero, com escritos, encíclicas, etc., atribuir a si mesmas direitos que competem exclusivamente ao Estado, nós reprimi-las-emos (…). Da moralidade do Estado e do povo alemão tratarão os dirigentes do Estado alemão”.

A represália dos dirigentes do Partido Nazista foi grande. A imprensa católica foi suprimida e processos contra clérigos católicos ressuscitaram das cinzas. Quando o Papa Ratti faleceu e Pacelli foi eleito, ele sabia da responsabilidade que tinha diante de si, do perigo que corriam não só os judeus, mas os próprios católicos alemães. Se uma mensagem com expressões indiretas causara tamanho rebuliço, uma condenação mais direta poderia causar uma verdadeira tragédia.

Mesmo consciente disto, Pio XII não se calou. Mal assumira o trono de Pedro, Pio XII condenou “a premeditada agressão a um povo pequeno, trabalhador e pacífico, com o pretexto de uma ameaça que nem existe nem é querida e nem sequer é possível” e pediu o respeito “às verdadeiras necessidades e às justas exigências das nações e dos povos, como também das minorias étnicas”, fazendo clara alusão ao povo judeu05.

Quando o exército alemão invadiu os países baixos, novamente o Pastor Angelicus levantou a sua voz. Enviou telegramas aos soberanos da Holanda, da Bélgica e de Luxemburgo, deplorando as ações bélicas nazistas perpetradas “contra a sua vontade e o seu direito”. De novo, as atitudes do Papa não agradaram nada às potências do Eixo. O texto das mensagens diplomáticas foi publicado por L’Osservatore Romano e “os ardinas do jornal vaticano foram maltratados tal como foram agredidos todos os que foram vistos com um exemplar do diário”06.

Em dezembro de 1940, Pio XII oferece socorro aos refugiados da guerra e decide nominar diretamente os judeus. “Nem menor conforto é para nós ter tido condições de consolar, com a assistência moral e espiritual dos nossos representantes e com o óbolo dos nossos subsídios, um número enormíssimo de refugiados, de expatriados e de emigrantes, também entre os de estirpe semita…”07.

As manifestações do Santo Padre não param aí. Nas grandes radiomensagens natalícias de 1941 e 1942, o Papa Pacelli não poupou tinta para condenar a totaler Krieg (“guerra total”) de Hitler e “o conceito que reivindica para certas nações, raças ou classes o instinto jurídico, como último imperativo e norma sem apelação”08. Era uma denúncia direta do ódio pregado pelos orgulhosos advogados da “raça ariana”, os nazistas.

Um fato particularmente curioso da vida de Pacelli ilustra sua inconformidade visceral com os projetos de Adolf Hitler. De acordo com a sua fiel serviçal, a irmã Paschalina Lehnert, Pio XII estava convencido, ainda nos tempos de nunciatura em Berlim, de que Hitler “estava completamente possesso”09. Tudo leva a crer que estas palavras devem ser lidas em seu sentido literal. Um de seus sobrinhos conta que “Pio XII teria até o hábito de rezar, durante a guerra, orações de exorcismo para tentar expulsar o diabo da alma de Hitler”10.

Papa de Hitler? Pode-se até questionar a ação diplomática de Pio XII em tempos de guerra: se poderia ter sido mais prudente ou mais enfático, se poderia ter se pronunciado mais ou dito menos… Porém, falar de “silêncio” ou pior, de pacto com Hitler, é aderir à tática suja de quem usa qualquer pedaço de pau para bater na Igreja Católica. O Pastor Angelicus manifestou-se várias vezes em favor da vida dos inocentes e contra as arbitrariedades ideológicas dos partidários nazistas.

Isto não é apologia de católico papista; é apenas história.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Twitter do Papa Francisco ultrapassou os seis milhões de seguidores, conquistando em média cerca de 60 mil novos por dia.

alt

 

A conta Twitter do Papa Francisco ultrapassou os seis milhões de seguidores, conquistando em média cerca de 60 mil novos por dia.

 

O seguidor cinco milhões tinha sido atingido a 4 de abril, menos de um mês depois da eleição do primeiro Papa argentino.

 

A conta @pontifex foi estreada a 12 de dezembro por Bento XVI, que enviou o seu primeiro tweet em inglês. Cerca de 3,3 milhões de pessoas seguiam então a conta papal em nove línguas (incluindo o português).

 

Francisco, eleito papa a 13 de março, enviou a sua primeira mensagem a 17 de março. Desde então, já escreveu 27. São mensagens religiosas, mas mais diretas e simples que as de Bento XVI. O Papa usa também a rede social para expressar solidariedade com as vítimas de catástrofes.

 

Uma vez que o Papa é argentino, o número de seguidores em espanhol aproxima-se rapidamente do número de seguidores em inglês – 2,1 milhões e 2,4 milhões, respetivamente. O número de seguidores em língua portuguesa também teve um acréscimo importante, aproximando-se dos 278 mil, já que se aproximam as Jornadas Mundiais da Juventude, que decorrem em finais de julho, no Rio de Janeiro.

 

 

 

Fonte: Blog do Carmadélio

Choose Language