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Contato

 

 

O que seria de nós se Deus

tivesse nos fechado as  portas?

 

Foto 3

 

A quaresma é um tempo oportuno para vivência de uma renovação espiritual: "é este o tempo favorável, este é o dia da salvação “( II Coríntios 6, 2). Iniciando este tempo litúrgico com a quarta-feira de cinzas, a Igreja no mundo inteiro coloca sobre a fronte de todos os fiéis as cinzas, convocando cada um a converter-se e crer no evangelho. O gesto da imposição das cinzas, leva o homem a fazer memória de três questões essenciais da vida: o seu nada, a sua condição de pecador e sua realidade de morte.

 

 Fazer memória é o grande segredo para quem quer neste mundo configurar a sua vida com a vida de Cristo.  E é isto que o santo padre, o Papa Francisco, convidou a cada fiel a fazer no início da quaresma. Ao celebrar a audiência geral na praça de São Pedro, no dia primeiro de março, o Papa Francisco afirmou que “a quaresma ajuda os cristãos a renovarem a sua identidade e renasceram no amor de Deus, recordou também que a quaresma é o tempo da memória, é o tempo de pararmos e perguntarmos o que seria de nós se Deus tivesse nos fechado as portas? O que seria de nós sem a sua  misericórdia que não se cansa de nos perdoar e nós da sempre oportunidade de começar de novo ?

 

 Foi buscando viver com profundidade este tempo litúrgico e impulsionados pelas palavras deste grande homem escolhido para governar a Igreja, que para nós segundo o Concilio Vaticano II, é sacramento da salvação, que os jovens do grupo Metanóia se reuniram para meditar este tema, “o que seria de nós se Deus tivesse nos fechado as portas?

 

 Através do louvor, da escuta da Palavra de Deus, da troca de experiência e da oração, cada jovem e cada consagrada que estavam presentes puderam com mais intensidade assumir o seu dever de cristão durante o tempo da quaresma, um momento decisivo para história de sua salvação pessoal.

 

 

 

 

 

 

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